Archive Page 2

Entrevista: história da caricatura no brasil (o livro)

 

2016-07-03 14.53.55

Publicado no site Pan Hora Marte a 1a. parte da entrevista que fiz com Luciano Magno, autor da coleção de livros sobre a história da caricatura brasileira.

Link direto

Anúncios

Site do dia (2)

Kolor – um site que é um interessante jogo de cores – sua percepção para distinguir cores é testada ao extremo!

kolor-jogo-cores

Site do dia (1)

Queria começar uma série de postagens sobre sites que merecem uma visita, pelo ponto de vista do design e/ou conteúdo.

Queria começar por esse, o da Ilimitada Design. Um ótimo portfólio de design, chega a ser inspirador.

ilimitada-design  ilimitada-design-2

10 razões para se tornar (ou não) um webdesigner autônomo / freelancer

pro-contra2
Imagem: comunicart.blog.br

Wallace Vianna é webdesigner, designer gráfico e
ilustrador no Rio de Janeiro RJ

Não que eu queira “responder” ao texto “10 razões para não se tornar um webdesigner autônomo” mas sim colocar o outro lado da questão.

Continue lendo ’10 razões para se tornar (ou não) um webdesigner autônomo / freelancer’

O design ainda faz a diferença

Wallace Vianna é web designer, designer gráfico e ilustrador no Rio de Janeiro RJ

design-tecnologia
Fonte da imagem: Flickr, Douglas Cavendish.

Nunca foi tão fácil produzir material de comunicação visual (gráfico ou digital). As ferramentas estão à disposição, cada vez mais fáceis, basta procurar ou se informar.

Se você trabalha com web design, existem os CMS que são gerenciadores de conteúdo. Ok, nem todos são simples de usar para a atividade fim – inserir conteúdo – como o WordPress e nenhum CMS é o paraíso para se desenvolver soluções técnicas, mas por outro lado qualquer CMS ou blog é campeão quando o assunto é colocar o bloco na rua por sí mesmo, sem grandes ajudas de terceiros.

Pois hoje você pode fazer mudanças de layout no seu WordPress usando o DreamWeaver, ou plug-ins para construção de páginas (page builders) ou construção de temas (theme builders). Você pode trabalhar localmente em seu computador ou online na web, instalando ou não software. Se você colocar na lista de opções poder trabalhar inclusive em tablets (a Adobe já lançou versões de seus softwares para tablets) então você percebe que a concorrência na área de programação visual (editoração de conteúdo) aumenta na proporção da facilidade das ferramentas.

Nesse momento vem a velha discussão: vender serviços de design então ficou mais difícil, o “sobrinho-do-tio” cada vez mais é meu concorrente? Não, isso nunca vai acontecer pois o “sobrinho” dificilmente vai trabalhar para uma pessoa jurídica (a não ser que se constitua como empresa); o “sobrinho” pode até ter talento para desenhar e conhecer a ferramenta mas não vai fazer o melhor uso dela (seja no desenvolvimento ou finalização do trabalho);  o “sobrinho” não vai fazer muitas coisas que o designer levou anos para aprender.

No dia em que um software e hardware me prepararem um bolo, ficarei tão feliz quanto preocupado, mas isso ainda está distante

Cito um exemplo prático: um(a) ex-cliente contratou uma pessoa (provavelmente uma gráfica rápida) para fazer o letreiro de sua empresa. O letreiro na tela do computador com certeza parecia ok, mas na hora de imprimir o contraste entre a imagem de fundo escura e o texto (preto) tornou parte do texto ilegível. No mínimo faltou prova de impressão antes de fazer o letreiro, erro que um profissional da área jamais cometeria.

Outro exemplo é o de que as tecnologias ainda vão levar um bom tempo para automatizar questões triviais (para nós) como ler um texto e aplica-lo no seu trabalho. Que dirá questões subjetivas/individuais como criatividade. No dia em que um software e um hardware puderem ler uma receita impressa e me preparar um bolo, ficarei tão feliz quanto preocupado, mas isso ainda está distante.

As novas ferramentas pressupõem que o designer tem que fazer aprendizado pragmático, ou seja, relacionado a seus projetos contratados ou de médio e longo prazo, em relação ao seu capital intelectual. São escolhas dificeis, mas no final das contas acabamos por fazer aprendizado em relação aos projetos, pois o tempo para trabalhar normalmente é tão curto como o tempo de aprender. E no fim das contas aprendemos somando conhecimentos existentes. Aprender uma área totalmente nova vai levar mais tempo do que aprender uma área relacionada ao seu trabaho atual.

Assim sendo, cabe ao designer ficar atualizado em relação às novas ferramentas e tecnologias para adicionar a elas o seu design. E acima de tudo deixar claro ao cliente que o resultado final de tudo o que faz tem design, e não pode ser feito por amadores ou apenas tecnologia.