Archive for the 'Opinião' Category

13 mitos sobre web design e SEO/SEM

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Imagem: ingolfo.de

Wallace Vianna é webdesigner e desenvolvedor web

Quando me encomendam certos serviços de internet – de web design a marketing digital – as pessoas normalmente desconhecem o assunto e desejam alguém que “coloque o bloco na rua” de modo rápido e eficiente.

Estranhamente as pessoas ignoram que o profissional contratado sabe mais do assunto do que elas, e isso acaba na levando a ruídos de comunicação, decisões equivocadas e decepções que poderiam ser evitadas facilmente.

Por isso fiz uma pequena lista de certas crenças e suposições que povoam a mente do público em geral em relação a web design, e, de tabela, marketing digital (SEO/SEM ou otimização e marketing de sites para buscadores de intrnet):

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10 razões para se tornar (ou não) um webdesigner autônomo / freelancer

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Imagem: comunicart.blog.br

Wallace Vianna é webdesigner, designer gráfico e
ilustrador no Rio de Janeiro RJ

Não que eu queira “responder” ao texto “10 razões para não se tornar um webdesigner autônomo” mas sim colocar o outro lado da questão.

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O design ainda faz a diferença

Wallace Vianna é web designer, designer gráfico e ilustrador no Rio de Janeiro RJ

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Fonte da imagem: Flickr, Douglas Cavendish.

Nunca foi tão fácil produzir material de comunicação visual (gráfico ou digital). As ferramentas estão à disposição, cada vez mais fáceis, basta procurar ou se informar.

Se você trabalha com web design, existem os CMS que são gerenciadores de conteúdo. Ok, nem todos são simples de usar para a atividade fim – inserir conteúdo – como o WordPress e nenhum CMS é o paraíso para se desenvolver soluções técnicas, mas por outro lado qualquer CMS ou blog é campeão quando o assunto é colocar o bloco na rua por sí mesmo, sem grandes ajudas de terceiros.

Pois hoje você pode fazer mudanças de layout no seu WordPress usando o DreamWeaver, ou plug-ins para construção de páginas (page builders) ou construção de temas (theme builders). Você pode trabalhar localmente em seu computador ou online na web, instalando ou não software. Se você colocar na lista de opções poder trabalhar inclusive em tablets (a Adobe já lançou versões de seus softwares para tablets) então você percebe que a concorrência na área de programação visual (editoração de conteúdo) aumenta na proporção da facilidade das ferramentas.

Nesse momento vem a velha discussão: vender serviços de design então ficou mais difícil, o “sobrinho-do-tio” cada vez mais é meu concorrente? Não, isso nunca vai acontecer pois o “sobrinho” dificilmente vai trabalhar para uma pessoa jurídica (a não ser que se constitua como empresa); o “sobrinho” pode até ter talento para desenhar e conhecer a ferramenta mas não vai fazer o melhor uso dela (seja no desenvolvimento ou finalização do trabalho);  o “sobrinho” não vai fazer muitas coisas que o designer levou anos para aprender.

No dia em que um software e hardware me prepararem um bolo, ficarei tão feliz quanto preocupado, mas isso ainda está distante

Cito um exemplo prático: um(a) ex-cliente contratou uma pessoa (provavelmente uma gráfica rápida) para fazer o letreiro de sua empresa. O letreiro na tela do computador com certeza parecia ok, mas na hora de imprimir o contraste entre a imagem de fundo escura e o texto (preto) tornou parte do texto ilegível. No mínimo faltou prova de impressão antes de fazer o letreiro, erro que um profissional da área jamais cometeria.

Outro exemplo é o de que as tecnologias ainda vão levar um bom tempo para automatizar questões triviais (para nós) como ler um texto e aplica-lo no seu trabalho. Que dirá questões subjetivas/individuais como criatividade. No dia em que um software e um hardware puderem ler uma receita impressa e me preparar um bolo, ficarei tão feliz quanto preocupado, mas isso ainda está distante.

As novas ferramentas pressupõem que o designer tem que fazer aprendizado pragmático, ou seja, relacionado a seus projetos contratados ou de médio e longo prazo, em relação ao seu capital intelectual. São escolhas dificeis, mas no final das contas acabamos por fazer aprendizado em relação aos projetos, pois o tempo para trabalhar normalmente é tão curto como o tempo de aprender. E no fim das contas aprendemos somando conhecimentos existentes. Aprender uma área totalmente nova vai levar mais tempo do que aprender uma área relacionada ao seu trabaho atual.

Assim sendo, cabe ao designer ficar atualizado em relação às novas ferramentas e tecnologias para adicionar a elas o seu design. E acima de tudo deixar claro ao cliente que o resultado final de tudo o que faz tem design, e não pode ser feito por amadores ou apenas tecnologia.

 

DesignDrops (1)

Wallace Vianna é mestre em design e autor do blog Wally Vianna

Porque detesto navegadores de internet que vêm junto com sistemas operacionais:

Fabricantes de Sistemas Operacionais (S.O.) deveriam ser proibidos de fabricar navegadores de internet. Conhece algum bom navgador que venha embarcado no S.O.?

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Página do Gmaps no Google Chrome (para Mac)

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Página do Gmaps no Safari (para Mac, quem vem junto com o S.O.)

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Design responsivo x site mobile dedicado

Eduardo Brandão fez uma pesquisa muito interessante sobre esse tema – design responsivo vs site mobile dedicado em seu site/blog, onde destrincha os prós e contras de cada abordagem, sempre numa perspectiva científica, muito interessante pois separa o que é pre/conceito dos fatos. Ainda que os atos possam ser subjetivos, a separação/comparação é muito salutar.

Uma questão interessante – e que se torna muito recorrente hoje, sendo aplicável a qualquer área de nossa sociedade, baseada no consumo – é “no que o (design responsivo ou dedicado) é melhor para meu site/empresa/negócio”? O argumento de unificar conteúdos e interfaces (ou optar por uma interface mais bonita) para facilitar o uso cai por terra quando Eduardo argumenta: “O Facebook é um grande exemplo para mim, pois acho a interface feia e confusa! Mas continuo usando porque todos meus amigos estão lá” (quem não se identifica com essa declaração ou ama demais o FaceBook ou já esqueceu de como era prazeroso usar o Orkut).

Enfim, apesar da leitura longa, se você trabalha na área, vale uma leitura.

Alguns links relacionados (da Wikipedia, em inglês) para ajudar a compreender melhor alguns assuntos paralelos:
Future-proof (layout ou design).
Foundation framework.